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O Quarto Estado


Toda essa discussão a respeito da relação corpo-mente tem uma origem muito interessante.

Deepak Chopra é indiano, e veio ao ocidente estudar a medicina ocidental. Porém, ele acreditava, por princípio, que a cura não é um processo físico, mas mental. Ele desejava compreender esse processo.

Durante uma visita à Índia ele vivenciou o que considera “a experiência mais notável de sua vida profissional“. Ele encontrou um dos maiores sábios vivos, Maharishi Mahesh Yogi, mais conhecido no ocidente como o criador da Meditação Transcendental.

Maharishi lhe ensinou uma série de técnicas mentais, utilizadas a milhares de anos. Eram conhecidas em um passado longínquo, mas foram se perdendo na confusão dos tempos. Ele lhe explicou claramente que aquelas eram as terapias mais fortes do “Ayurveda“ – palavra que em sânscrito significa “ciência da vida“ – que faz parte do conhecimento da velha medicina tradicional indiana. Elas eram utilizadas no tratamento de males específicos, inclusive os considerados incuráveis no Ocidente, como o câncer.

Maharishi chegou a lhe contar sobre a vida de um “vaidya”, nome pelo qual era chamado um médico védico. Uma das coisas que ele lhe disse foi: “O médico precisa fazer uma viagem interior, estendendo sua compreensão para além dos limites do corpo físico, até o núcleo de uma realidade mais profunda”.

Através dos ensinamentos do Maharishi, Deepak Chopra compreendeu que a mente pode aprofundar-se o suficiente para mudar os próprios modelos que formam o corpo.

De fato, esses ensinamentos da antiga sabedoria oriental vinham de encontro às pesquisas de curas espontâneas de câncer realizadas tanto nos Estados Unidos como no Japão, que demonstravam que, pouco antes do restabelecimento, quase todos os pacientes passam por uma “alteração de consciência. A pessoa sabe que vai sarar e sente que a energia responsável pela cura está em si mesma, mas não se limita apenas a ela. Estende-se além de seus limites pessoais, por toda a natureza“.

Chopra estava diante de um desafio: ele tinha o conhecimento de algo que a medicina poderia vir a utilizar obtendo sucesso nos processos de cura, porém, ele deveria procurar uma forma de tornar aquelas técnicas dignas de crédito.

A primeira parte deste artigo mostrou como Chopra conseguiu aproximar a relação corpo-mente, e uni-las através de um mecanismo quântico. Agora, nesta segunda parte, iremos discutir outro mecanismo da natureza quântica, aonde o salto quântico ocorre de um nível de consciência para outro, um nível de consciência mais profundo.

No Ayurveda, o requisito mais importante para a cura de qualquer desordem orgânica é um nível mais profundo e completo de relaxamento. Esse princípio se baseia no conceito de que o corpo sabe como manter seu equilíbrio, a não ser que esteja abalado pela doença.

Na verdade, tanto na visão bioquímica do nosso organismo quanto em relação ao nosso cotidiano, a vida se torna muito complexa.

Nosso organismo tem uma “fluidez” muito grande. Isso se refere a nós estarmos realizando constantes trocas com o ambiente, milhares de reações ocorrem em nosso interior e nosso corpo estar em constante mudança, a ponto de 90% de nossas células do corpo ser renovadas a cada três meses.

Paralelamente a isso, ocorre o que Chopra chama de “carga normal de vida”. Ela se refere a “como uma pessoa come, dorme, os pensamentos que transitam em sua mente, o que ela vê, cheira, ouve e o que penetra em seu organismo através de todos os seus sentidos“.

Considerando não somente um momento da vida, mas o decorrer dela, Chopra diz que “os minutos de vida se acumulam silenciosamente e, como grãos de areia depositados por um rio, podem finalmente se empilhar numa formação oculta que irrompe uma doença“.

Portanto, o interesse de um médico védico está mais voltado para o paciente que a doença em si, considerando que o que faz a pessoa são suas experiências – as tristezas, as alegrias, os rápidos momentos traumáticos, e outras coisas de seu cotidiano.

Este ponto de vista está relacionado com o que foi chamado anteriormente de impulso de inteligência. Para compreendermos o princípio de cura no Ayurveda, vamos considerar esse impulso possuindo um terceiro componente: além da mente e matéria - o silêncio.

O silêncio é compreendido da seguinte forma: se tirarmos nossos pensamentos, sentidos e emoções, sobrariam o espaço vazio equivalente. Mas esse “ espaço interior “, assim como na física quântica, não pode ser vazio. O argumento aqui é que “nosso espaço interior é um campo rico de inteligência silenciosa que exerce uma poderosa influência sobre nós“.

O princípio de cura no Ayurveda está na capacidade de controlar esses padrões invisíveis que ordenam nosso corpo através das técnicas mentais, ou seja, a ligação mente-corpo deve ficar sob controle.

A nossa comprensão a respeito de nós mesmos vem do que sentimos e do que pensamos. Não possuímos experiência com relação a esse terceiro componente do impulso de inteligência.

Considerando o modelo do corpo mecânico quântico, vivemos sempre acima desse nível quântico - onde atua corpo e mente - e somos capazes de atravessar uma vida inteira sem nunca mergulhar em nosso interior, e entrar em contato com o campo de inteligência. Mas esse contato nos ajuda a ampliar nossa percepção e manter equilibradas nossas idéias e crenças a respeito da realidade.

O fato de não termos esse contato, faz com que estejamos sempre susceptíveis aos nossos pensamentos e emoções. E a “fluidez” de nosso corpo segue sem que percebamos suas alterações, caso haja o desencadeamento de sintomas em decorrência de distúrbios emocionais ou de pensamentos. Ou seja, podem ocorrer modificações nas reações do organismo a ponto de sairmos do equilíbrio do corpo e consequentemente mudarmos nosso metabolismo, desencadeando um processo de doença.

Desta forma, Chopra diz que “o objetivo do mergulho na área do corpo quântico é mudar a própria planta básica em vez de esperar pelos sintomas da superfície, quando só então serão manipulados pela medicina“.

O nosso campo de inteligência, mesmo sendo ignorado, sabe o que está acontecendo. Através da indução da mente para um nível mais profundo e completo de relaxamento - que é o princípio de cura do Ayurveda - podemos entrar em contato com este nível quântico do nosso corpo, e restabelecer o equilíbrio do organismo.

Casos de cura associados às mudanças na atitude mental foram relatadas em um grande estudo sobre quatrocentos casos de recuperação espontânea de câncer, que mais tarde foram interpretados por Elmer e Alyce Green, da Menninger Clinic. Nele foi descoberto que todos os pacientes apresentavam apenas uma coisa em comum: cada um tinha mudado de atitude antes de ocorrer a cura, encontrando um meio de ser útil, corajoso e positivo.

Os pacientes, em outras palavras, conseguiram mudar sua atitude mental perante a sua própria realidade, o que gerou um processo holístico. A palavra “holística“ significa um enfoque conjunto da mente e do corpo, ou seja, sua parte mental tornou-se mais positiva, e consequentemente sua parte física respondeu também positivamente.

Apesar deste resultado satisfatório, a absorção positiva não costuma ser muito profunda.

O psicólogo Abraham Maslow, pioneiro no estudo dos aspectos positivos da personalidade humana, fez uma descrição clássica da experiência de se aprofundar: “Esses momentos foram de pura e positiva felicidade, quando todas as dúvidas, todos os medos, todas as inibições, todas as tensões e todas as fraquezas ficaram para trás. Em seguida, a auto-consciência se perdia. Toda a separação e distância do mundo desapareceram...“.

Essas experiências são raras, e Maslow as chamava de “experiências de pico“. Ele fala que as pessoas, nesse momento, sentiam-se “unificadas com o mundo, fundidas nele, realmente lhe pertencendo, em vez de ficar do lado de fora, observando”.

De fato, este mergulho profundo em nosso interior, que ocasiona a transcendência da realidade normal é muito difícil de ser realizado. E tão difícil quanto é provar cientificamente sua existência.

Albert Einstein passou os últimos 30 anos de sua vida procurando computar a matemática de uma “teoria do campo unificado“. Nela ele uniria as forças básicas da criação e assim explicaria o universo como um todo.

Esta “união” a que Einstein se referia consiste em unir tempo, espaço, matéria e energia em um só campo, provando que duas coisas que parecem totalmente diferentes - tempo/espaço e matéria/energia - podem se transformar cada uma na outra, num nível mais profundo da natureza.

Até hoje ninguém conseguiu resolver a matemática de um campo unificado. Todavia, Einstein, o qual se considerava uma pessoa profundamente espiritualizada, deixou seu testemunho de momentos em que se sentiu “liberto da própria identificação com a limitação humana“ - e que provavelmente o motivou a buscar a teoria do campo unificado. Ele descreveu que “em tais momentos, um ser imagina que está parado em qualquer ponto de um pequeno planeta, olhando maravilhado a beleza fria, mas profundamente comovente, do eterno e incomensurável. A vida e a morte fluem pelo ser e não há evolução ou destino, só Ser“.

Para resolver o problema do “espaço interior“, Chopra recorreu a pesquisar pessoas que já vivenciaram estas experiências, a ponto de suas vidas serem voltadas para essa realidade transcendental: os rishis.

Os rishis eram videntes da Índia. Suas vidas eram dedicadas ao silêncio e à vivência interior. Eles foram responsáveis pelas escritas dos antigos textos do Veda, como o RigVeda, que talvez sejam milhares de anos anterior às pirâmides.

Dentro da percepção de realidade dos rishis, eles dividiam os estados de consciência em três estados de percepção subjetiva: acordado, dormindo e sonhando. Eles admitiam que a realidade obedece a leis inteiramente diferentes e, por similaridade, as leis do estado de sono, embora não conhecidas pela mente consciente, devem ser distintas das dos estados de vigília e de sonho.

Uma das coisas que Chopra também comentou a respeito dos pensamentos foi que, no intervalo entre um pensamento e outro se abre um rápido vazio. Da mesma forma, os rishis detectaram entre os três estados citados acima, um vazio que atua como um agente, enquanto uma realidade se transforma em outra.

A diferença aqui entre o campo unificado de Einstein e o conceito de vazio dos rishis, é que estes não eram teóricos. Portanto, declaravam que o que equivaleria ao campo unificado existe no mundo real.

No ponto de vista dos rishis, no intervalo entre os estados de consciência ocorre outro estado de consciência, o qual eles deram o nome de “turiya” ou “o quarto”, para deixar claro que ele não fazia parte dos três estados – vigília, sono e sonho. Eles também se referiam a ele como “para” ou “além”, significando que este estado transcendia a experiência normal de realidade.

Desta forma, os rishis admitiam a existência do quarto estado dentro de nossa realidade, considerando que ele está oculto pelos outros três estados, que funcionam como uma divisória. Além disso, ele poderia ser vivenciado diretamente somente depois que a mente tenha transcendido sua atividade normal, o que exige técnica especial de meditação.

Na verdade, a própria palavra “rishi” denomina uma pessoa que aprendeu a entrar no quarto estado sempre que quiser, e observar o que existe lá.

Para um rishi, a palavra meditação significa “dhyan”, palavra em sânscrito que se traduz por “conduzir a mente ao repouso, no silêncio do quarto estado”. A palavra “dhyan” deu origem a vários termos similares em toda a Ásia, como, por exemplo, a palavra japonesa “zen”.

O Maharishi utilizou o termo “meditação transcendental“ para enfatizar que a mente precisa ir além, ou transcender seus limites habituais, para atingir o quarto estado. Todavia os americanos entenderam a prática da meditação como um “tranqüilizante não medicamentoso“, ao invés de perceber que seu uso é para acordá-los para uma realidade transcendente.

É bom chamar a atenção aqui para um detalhe: existe um equívoco com relação à busca pela interiorização. Temos a impressão de que interiorizar-se significa um sacrifício dos valores mundanos e da realidade. Assim, o caminho para o “turiya” seria a renúncia, e o desprendimento, a meta da vida. Porém, temos que enfatizar que a mente deseja encontrar o quarto estado, e irá procurar por ele, se a deixarem seguir suas tendências naturais. Então, a meditação é apenas um veículo para colocar a mente na direção certa.

Ao entendermos que a meditação pode nos levar a um estado de consciência diferente do estado de vigília, devemos compreender também como é o nosso processo de percepção do mundo através da mente, utilizando nossos sentidos.

Os rishis adotavam uma posição simples no debate mente-corpo. Tudo, diziam, vem da mente. Ela projeta o mundo exatamente como faz um projetor de filme. Sob este ponto de vista podemos dizer da mesma forma, que a realidade que aceitamos no estado de vigília só é conhecida por meio de impulsos que disparam do cérebro.

Quando você toca um objeto, o que faz com que lhe pareça duro, áspero, liso,... é a interpretação efetuada em seu cérebro. Basicamente, os cinco sentidos são apenas ferramentas. O toque, na verdade, é o cérebro estendendo-se para o mundo, usando células nervosas especializadas para registrar determinadas informações.

Do mesmo modo, os terminais nervosos que formam a retina de nossos olhos são também extensões do cérebro. A audição, o olfato, e o paladar dependem de células especializadas que enviam impulsos diretamente ao cérebro para serem interpretados.

Podemos considerar que todas as coisas que existem estão ligados aos nossos sentidos, e nossos sentidos estão ligados ao cérebro. E a partir da nossa percepção do mundo exterior podemos ter a influência no interior de nosso organismo.

Os rishis diziam que a vida é constituída por nossa participação nela. Nada é bom ou mau, duro ou mole, doloroso ou agradável. Depende de como o vivenciamos. O mesmo vale para uma doença. Na visão dos rishis, uma doença é uma seqüência de momentos que vivemos durante a qual avaliamos cada partícula ínfima da vasta entrada de dados que percebemos no mundo e em nosso corpo.

Portanto, a realidade que é criada e que acaba por estabelecer uma doença pode ser modificada em seu aspecto mental, mudando a forma de vivenciar tal realidade.

No ayurveda, o primeiro e mais importante passo para a cura é procurar ajudar as pessoas a não ficarem tão convencidas de sua doença. Enquanto o paciente está convencido de seus sintomas, continua preso a uma realidade onde “estar doente” é a entrada de dados que predomina. O motivo pela qual a meditação é tão importante no ayurveda é que ela conduz a mente para uma “zona livre”, intocada pela doença. Enquanto não se tem conhecimento da existência de tal lugar, a doença dará a impressão de estar dominando por completo.

Na verdade, estamos diante do conceito de ilusão criada em nossa própria realidade. O ayurveda pode ser chamado de um sistema para curar ilusões, para se excluir a convincente qualidade da doença e deixar uma realidade mais saudável ocupe seu lugar. O fato é que podemos criar cenários e ficarmos tão convencidos por eles, a ponto de modificar nossas próprias células.

Dentro do conceito de ilusão, temos a palavra “maya”, que em sânscrito significa “o que não é”. Se trata da “ilusão de fronteiras, a criação de uma mente que perdeu a perspectiva cósmica. Ela surge quando se vê um milhão de coisas ‘lá fora’ e se deixa de perceber uma coisa, o campo invisível que é a origem do universo“. No caso de uma doença, a principal ilusão a ser destruída é a impressão de estar dominado por ela.

Até aqui buscamos explicar como é o conceito de cura no ayurveda. Este conceito está relacionado com o campo de inteligência, que se trata de um “vazio quântico“ em nosso interior, que foi relacionado com o conceito de campo unificado utilizado pela física.

Para finalizarmos, vamos comentar o que está na base das técnicas de cura no ayurveda, e também quais são estas técnicas.

Na base das técnicas de cura do ayurveda está o que os Vedas chamam de “Ananda”, que se traduz do sânscrito por “Bem-Aventurança”.

Ananda se refere a uma experiência, onde se vivencia o mundo se expandindo além de seus limites habituais. É uma “qualidade inerente à mente humana, mas coberta por camadas de percepção embaçada”.

A experiência Ananda é difícil de ser descrita, mas está relacionada a momentos em que a realidade assume todo o seu esplendor. Uma espécie de estado de êxtase, onde, ao vivenciá-la a cada hora do dia seria um sinal de completa “iluminação”, mas um breve encontro é significativo. Através dela, conseguimos sentir ondas de consciência que vão emergindo do campo do silêncio, atravessam o “vazio”, e se infundem em cada célula do organismo. É o que Chopra chama de “despertar do corpo“.

Chopra trata Ananda como uma vibração que a inteligência envia ao mundo restabelecendo o equilíbrio do corpo, através da ligação da mente, corpo e DNA. Neste caso, o campo da inteligência – que atua no DNA – consegue atuar no organismo devido a conseguirmos fazer com que a mente “siga suas tendências naturais“, conforme foi comentado anteriormente.

As técnicas utilizadas pelo ayurveda são três: a meditação (já comentada); a técnica psicofisiológica ayurvédica - ou técnica da bem-aventurança; e a técnica do som primordial.

As técnicas da bem-aventurança e do som primordial se baseiam em que o poder da atenção pode alterar o corpo.

A premissa básica do conhecimento védico é que a consciência cria o corpo, e que a consciência é unicamente percepção.

Desta forma, são considerados dois tipos de percepção: passiva e ativa.

Uma pessoa que está sentindo dor tem ciência dela. Isso é percepção passiva. Mas não percebe que ela, através de sua percepção, pode aumentar ou diminuir a dor, ou fazê-la aparecer ou desaparecer. Isso é percepção ativa.

A atenção exerce muito mais controle do que se imagina, porque somos vítimas da percepção passiva.

A técnica da bem-aventurança utiliza a percepção de uma forma mais ampla, que “propicia ao paciente a experiência de si mesmo como pura percepção, o oceano de bem-estar que é nossa escora básica e nosso sustentáculo”. Chopra diz que “apenas com o uso dessa técnica é possível ‘afogar‘ uma enfermidade em consciência e curá-la”.

Na técnica do som primordial utiliza-se atenção, focalizando-a mais precisamente num determinado ponto para obter-se a cura. Com ela pode-se tratar enfermidades prestando maior atenção a elas, “olhando-as tão de perto que a distorção da percepção, espreitando no fundo da desordem, volta a se corrigir“.

Deepak Chopra tem uma vasta experiência de aplicação da medicina ayurvédica. Em seu livro “A Cura Quântica”, ele relata alguns casos de regressão espontânea de câncer utilizando as técnicas de cura ayurvédicas, e mostra como podemos buscar uma saúde integral através do poder da mente e da consciência.

Este artigo é de caráter descritivo, e procurou ser fiel à visão de cura que Chopra procurou explicar, unindo uma medicina de origem milenar com conceitos da medicina ocidental e da física quântica. Seu esforço é digno de todo o respeito e admiração.

A compreensão deste conteúdo servirá de base para o desenvolvimento dos demais artigos apresentados aqui.

Podemos ver que não é fácil explicar o processo de cura tendo como princípio a mente, já que estamos acostumados no ocidente a considerar mais os sintomas da doença e procurar cura-los através da medicina ocidental.

No próximo artigo vamos discutir a respeito da natureza energética do organismo, suas evidências científicas e sua relação com o desenvolvimento do ser humano.


Referências:

- A Cura Quântica – Chopra, Deepak - Ed. Best Seller


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